Nos últimos tempos, a falta do quê fazer da nossa juventude tem sido uma das coisas que incomoda. É lamentável ver que a moçada tem apenas botecos para frequentar nas cidades, sem contar que, muitos acabam no mundo das drogas. Essa preocupação vem ao encontro de uma defesa que devemos fazer de políticas de promoção da leitura. Você deve-se perguntar: mas será que um jovem gosta de ler, que trocaria uma farra por um livro? Hoje, certeza que não. Pelo menos, a maioria deles escolheriam as noitadas. Mas uma política pública que inclua no cardápio de uma biblioteca, atividades de lazer e cultura, música, entretenimento, certamente, atrairá a atenção daqueles que, por falta de conhecimento, acabam se entregando ao alcoólico social – que pode se agravar e todo mundo já sabe onde vai dar.
A falta de leitura traz conseqüências sérias. Uma delas é a perda de visão do mundo. Quanto mais se limita a leitura, menor é a visão do mundo. A pessoa não consegue fazer a relação entre as coisas. É muito menor a possibilidade de pensar por si mesma.
A falta de leitura também impede o desenvolvimento lógico e social do indivíduo trazendo conseqüências futuras e a falta de senso critico.
Como criar uma mentalidade preparada e internacional no cidadão?
É extremamente importante que o cidadão desde a sua infância adquira a prática da leitura para que tenha uma mentalidade globalizada, capaz de acompanhar as mudanças do mundo, fazendo uso de seu senso critico.
No mundo de hoje é necessário que o cidadão se conscientize do importante papel da leitura em sua vivência e que através dela se torne um ser mais consciente, participativo e crítico na sociedade em que vive.
Os municípios devem criar bibliotecas públicas que funcionem como centros culturais e pontos de encontro da comunidade. Em vez de álcool, sirvam-se viagens pelos livros e pelas diversas manifestações da cultura, além da literatura. E que funcionem todos os dias da semana e do ano, à noite também. Basta querer e colocar na pauta de prioridade. E isso quer dizer: colocar no Orçamento e no Planejamento.
A biblioteca deve começar a atrair desde o menorzinho 'leitor', antes mesmo que ele aprenda as letras. Ele vai aprender a ler um monte de coisas na vida. Ler oportunidades, criatividade. Ler o mundo que o cerca. A leitura é uma extensão da memória e da imaginação, com ela vislumbra-se a possibilidade de transformar o mundo, de melhorar a vida. Se cultivada desde cedo, certamente será mantida na juventude e na idade adulta. E todos têm a ganhar, em todos os sentidos: quem lê aprende a viver melhor a respeitar o mundo em que vive.
Adaptado por Filadélfia
Textos tirados de:
http://blogceliarenno.blogspot.com
http://pt.oboulo.com/a-leitura-no-mundo-globalizado-60039.html
http://www.parana-online.com.br/editoria/mundo/news/230727/?noticia=HABITO+DA+LEITURA+PRECISA+SER+RESGATADO


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